Deus sabe que sofremos quando estamos com o coração partido.
A dor, quando não é exprimida, muitas vezes causa enfermidades emocionais e físicas. A libertação do sofrimento e a felicidade interior só são conseguidas quando se apresenta a situação a Deus para que, dela, Ele produza frutos em seu benefício. "No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior, fluirão rios de água viva." (Jo 7:37-38)
Jesus identifica-se com o coração angustiado, porque é 'um homem de dores e que sabe o que é padecer'. "Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens. Homem de dores e que sabe o que é padecer, e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizeram caso" (Is 53:3). Ele entende quando você sofre. "Certamente, Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si. E nós o reputávamos por aflitos, feridos de Deus e oprimidos". (Is 53:4)
Jesus chorou e ensinou seu filhos, pelo exemplo da cruz, a exprimir, abertamente, suas queixas, tristezas, ansiedades e temores.
Quanto as mulheres, o pesar não está restrito a morte de um ente querido. Dele também faz parte o esfacelamento de algo que elas consideravam seguro, como o casamento, bens, emprego, saúde, relacionamentos e finanças.
Os critãos devem lembrar que o sofrimento não é eterno. Ele é curado quando se experimenta a viva, intencional e infalível graça de Deus. "Então, Ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo." (2Co 12:9)
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